
Por que, de todas as telas, o celular é a pior para as crianças?
Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos

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A rede de amparo do Governo do Estado já está preparada para atuar nos principais circuitos do Carnaval deste ano. O Plantão Integrado dos Direitos

Pesquisa nacional revela que, apesar de sofrerem com condições oftalmológicas, muitos estudantes não usam óculos. Muitos pais não se dão conta, mas por trás das

O tradicional Jantar do Bem, realizado pelo Hospital Martagão Gesteira, chega à sua sexta edição em maio deste ano, com a produção assinada pela promoter

Durante o verão, com o aumento das chuvas, cresce a preocupação com as arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Por isso,

As leucemias agudas representam aproximadamente 25% dos diagnósticos de câncer em menores de 15 anos, sendo considerado o câncer mais comum nessa faixa etária. Fevereiro

Médico alerta: visão é responsável por 80% do aprendizado na infância Com retorno das aulas em escolas de boa parte do país, a saúde ocular

Saúde ocular das crianças e adolescentes impacta diretamente no desempenho escolar Com a volta às aulas se aproximando, garantir a saúde dos olhos das crianças

Especialistas apontam que fatores como o uso excessivo de telas, pressões escolares e o impacto da pandemia na socialização podem estar contribuindo para o agravamento

Segundo a professora Jocimara Campos, essa é uma preocupação legítima, mas com um pouco de planejamento, tudo pode ser resolvido. As férias escolares são, para

Uma pesquisa realizada no Japão aponta que a combinação de um alimento popular com mudanças estruturadas no estilo de vida pode ajudar a desacelerar o

Com a popularização dos produtos “zero açúcar”, os adoçantes passaram a fazer parte da rotina de milhões de brasileiros. Mas será que trocar o açúcar

O Centro de Pesquisa e Assistência em Reprodução Humana (CEPARH), em Salvador, será o primeiro no Norte e Nordeste do Brasil a contar com o

O governo da Bahia firmou convênio no valor de R$ 11 milhões com o Ministério da Saúde para desenvolver novos medicamentos contra a doença falciforme
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