“O porteiro, que é a primeira pessoa que o estudante vê ao entrar na escola, usando uma camisa, é como se ele se tornasse ‘um embaixador da causa’, um lembrete sutil de que todo mundo se importa. Já na hora do lanche, a comida pode vir com um cartãozinho com uma mensagem de apoio ou um número/locais de ajuda. Mostrando que o cuidado é por completo e que a instituição se importa com o bem-estar integral dos sujeitos”, destaca o psicólogo Lucas Oliveira [CRP: 03/29104].
Nos demais âmbitos, a disponibilização de materiais informativos, como cartazes, vídeos, posts nas redes sociais e textos, é de grande importância na realização destas campanhas. A criação de espaços para as pessoas serem ouvidas com atenção e acolhimento também é essencial na promoção.
Além da conscientização, é necessário fortalecer fatores de proteção às pessoas, como uma rede de apoio, habilidades de enfrentamento e o autoconhecimento. Desta forma, as campanhas não deixam apenas as informações em evidência e sim oferecem práticas de cuidado e prevenção.
Fonte: Bahia News






