Ministra destacou ações da pasta federal no combate à proliferação da doença nos estados
“O Brasil teve um aumento explosivo no início deste ano em algumas regiões. A região Nordeste ainda é uma região de menor incidência e mesmo o estado da Bahia felizmente não está numa situação de epidemia, é importante dizer isso, mas os números gerais do Brasil apontam, como eu já disse aqui, para um quadro de preocupação sim e de emergência em estados e municípios”, disse a ministra, destacando ações da pasta nas cidades.
“Aqui no Brasil houve uma ação célere discutida e pactuada com o Ministério da Saúde de definição de um plano de contingência, esse plano vai desde intensificar o combate aos focos de mosquito, que foi uma das questões centrais no dia D, até o trabalho fortalecido dos agentes de endemia, reforçando todo o trabalho de combate às larvas do aedes aegypti e além disso a organização da rede de assistência, desde a atenção primária até os hospitais”, pontuou.
“Estive no Couto Maia e vi lá um trabalho de referência. Apesar de os números serem muito maiores do que os de 2022 neste período do ano, já temos, 1 milhão e 38 mil casos, a letalidade felizmente está mais baixa. Ou seja, nós podemos evitar mortes com esse trabalho integrado e os estados e municípios, que têm essa coordenação mais direta, o Ministério está não só acompanhando, mas apoiando e trabalhando junto pelos melhores investimentos”, completou a ministra, em coletiva de imprensa após inaugurar o Hospital Ortopédico da Bahia, em Salvador.






