Mutirão detectou 58 novos casos de câncer de mama

Um fato que chamou a atenção foram três casos de mulheres de idade entre 29 e 39 anos

O balanço final do mutirão de câncer de mama que aconteceu sábado (24), no Hospital Aristides Maltez, foi divulgado nesta terça-fera. No total foram detectados 58 novos casos e todas pacientes foram matriculadas e  já iniciaram tratamento. Um fato que chamou a atenção foram três casos de mulheres de idade entre 29 e 39 anos.

Os números mostram a importância deste tipo de ação para ajudar mulheres que precisam de ajuda e ficam sem saber onde encontrar o apoio. No total foram 91 atendimentos e as pacientes fizeram ultrassonografia, mamografia, biópsias, punção e tiveram orientação sobre a importância do tratamento e da prevenção.

Uma equipe multidisciplinar comandada pela mastologista Ana Cláudia Imbassahay e pela enfermeira Zélia Boa Sorte recebeu as pacientes. O atendimento foi iniciado as 7 horas e se encerrou depois das 13 horas. Os casos positivos terão todo apoio do serviço de mastologia do HAM.
Mais de 100 profissionais estiveram  envolvidos nos trabalhos entre médicos, enfermeiros, psicólogos, técnicos, recepcionistas, pessoal de apoio e segurança.  Teve ainda apresentação do Coral do HAM que alegrou os pacientes enquanto aguardava o atendimento.
A ação foi realizada em parceria com o Instituto Protea e este ano será repetida em mais duas oportunidades. Ana Claudia Imbassahy disse que o mutirão de outubro, dentro da campanha Outubro Rosa,  está confirmado e um terceiro deve acontecer em dezembro.

A médica Ana Claudia Imbassahy, coordenadora do setor de mastologia do hospital falou da importância do mutirão para ajudar as mulheres que precisam de atendimento e não procuram um serviço médico e destacou que para curar a doença é  importante a detecção logo num processo inicial.

“A detecção do câncer precoce é determinante para a cura e estamos felizes pelo sucesso do mutirão. Essas mulheres matriculadas no mutirão terão todo acompanhamento aqui no hospital e já iniciaram tratamento.

 

 

Fonte: Tribuna da Bahia

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *