O imunizante chega no momento em que estados e municípios haviam interrompido a vacinação pela falta de estoque contra a Covid-19. No começo do ano, a pasta da Saúde chegou a dizer que as novas doses chegariam em março, o que não aconteceu. O contrato com a farmacêutica foi fechado apenas no final de abril, o que gerou críticas ao governo federal.
A última versão do imunizante é denominada de monovalente pois contém apenas uma versão do vírus causador da Covid-19: a XBB, uma subvariante da Ômicron. No Brasil, a nova dose será ofertada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) para indivíduos a partir de seis meses de idade que ainda não receberam nenhuma proteção contra a Covid-19 e para alguns grupos prioritários como um reforço que deve ser feito anualmente ou a cada seis meses.
Fonte: Bahia Notícias





