Desde 2017, quando a atividade foi iniciada, foram realizadas mais de 100 mil ações de identificação.
Um dos principais locais onde a iniciativa é realizada, através da Coordenadoria de Ações e Prevenção à Violência (Cprev) da GCM, é o Parque da Cidade, no Itaigara. Isso porque o espaço possui uma grande concentração de famílias usufruindo dos diversos atrativos disponíveis para diversão.
De acordo com o coordenador do Cprev, James Azevedo, a distribuição de pulseiras ocorre não apenas para crianças, mas também pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). “A identificação é fundamental, pois, caso o pai ou responsável venha a ter algum problema de saúde ou desmaio, a gente consegue fazer o acolhimento, entrar em contato e acionar uma pessoa para assistir à criança”, relata o coordenador.
O gestor também ressalta que a iniciativa ajuda a prevenir crianças perdidas dos responsáveis ou que elas sejam levadas por pessoas estranhas. “Quando a GCM encontra o pequeno ou pequena, quando identificado, conseguimos com maior facilidade contactar o responsável e devolver à família. A pulseira de identificação é uma forma de dar mais conforto e tranquilidade aos pais, sabendo que caso haja algo, a GCM ou quem encontrar vai entrar em contato e sinalizar”.
Fonte: Tribuna da Bahia






