As tecnologias funcionam por meio da liberação controlada de mosquitos com estratégias complementares: o método Wolbachia, que impede o mosquito de transmitir o vírus, e o Aedes do Bem, que suprime a população ao eliminar as fêmeas transmissoras. Reconhecida pela OMS e pelo Ministério da Saúde, a Wolbachia já demonstrou reduzir em mais de 75% os casos de dengue em projetos-piloto e poderá integrar as ações do Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD).
A instalação foi criada em resposta ao apelo da Organização Mundial da Saúde (OMS) por soluções inovadoras de controle de vetores e busca atender à crescente demanda de governos e comunidades diante do aumento de casos de dengue na América Latina e na Ásia. O complexo opera sem financiamento público e aguarda autorização da Anvisa para fornecer os mosquitos com Wolbachia ao governo, a tempo da próxima temporada de transmissão no país.
Fonte: Metro 1






