Uma jovem de 22 anos faleceu após uma reação negativa à substância de contraste durante um exame de tomografia em Santa Catarina, provocando um choque anafilático.
O contraste é uma substância à base de iodo, bário ou gadolínio utilizada em tomografia e ressonância para realçar a visibilidade de órgãos e tecidos, facilitando a detecção de tumores, inflamações, vasos entupidos e outras anomalias.
Embora geralmente seguro, ele pode desencadear reações alérgicas em alguns pacientes — principalmente devido à ativação celular que libera histamina e outros mediadores inflamatórios.
Pacientes com histórico de alergias, asma ou sensibilidade a frutos-do-mar (um sinal de possível intolerância ao iodo) devem ficar atentos.
Sintomas de reações alérgicas ao contraste podem ser:
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Leves: náusea, vômito, sensação de calor, coceira ou urticária.
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Moderados: taquicardia, broncoespasmo, inchaço facial, queda leve de pressão.
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Graves: choque anafilático, edema de glote, dificuldade respiratória e risco de morte.
Medidas de segurança na realização do exame incluem:
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Entrevista e avaliação prévia do paciente, verificando histórico de alergias, uso de medicamentos (como metformina) e doenças cardíacas ou renais.
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Recomendação de hidratação após o exame para acelerar a eliminação da substância. Em casos de doenças renais, o acompanhamento deve ser individual e rigoroso.
Para pacientes com histórico de reação ao contraste, existem alternativas diagnósticas como ressonância sem contraste, tomografia simples ou ultrassonografia. Quando o uso do contraste é necessário, médicos podem prescrever pré-medicação com corticoides e anti-histamínicos para reduzir o risco de reações adversas.
Fonte: A Tarde






