Desde 2009, esses dispositivos não podem ser vendidos no país
Mesmo não sendo obrigatório, a agência resolveu rever os impactos da regra para considerar estudos mais recentes sobre os cigarros eletrônicos.
Esses dispositivos não podem ser comercializados no país desde 2009. Apesar disso, são facilmente encontrados no comércio popular ou online. E o consumo, especialmente entre os jovens, só aumenta, o que gera consequências graves para a saúde.
Conforme apuração do g1, a agência deve manter a proibição e ainda incluir pontos para endurecer o cerco aos vapes, como o planejamento de campanhas educativas e reforço na fiscalização, incluindo no meio online, principal meio onde o comércio ilegal acontece.
Fonte: A Tarde






