O tratamento consiste no uso do antibiótico gepotidacina, que já está no mercado e é usado contra infecções do sistema urinário. No estudo clínico com 622 pessoas, a droga farmacêutica se mostrou tão eficaz contra a gonorreia quanto os outros dois principais tratamentos disponíveis para a doença: injeções de ceftriaxona ou azitromicina, mas com a vantagem de não sofrer resistência. As taxas de sucesso foram de 92,6% no grupo da gepotidacina e 91,2% no grupo da ceftriaxona com azitromicina.


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O surgimento das variedades resistentes levou a Organização Mundial de Saúde – OMS a alertar para a epidemia global da chamada supergonorreia, que elevou o número de casos da enfermidade a patamares registrados no início do século passado em alguns países. Ao longo dos anos, a bactéria que causa a doença tem desenvolvido resistência aos antibióticos mais usados, como a penicilina, a tetraciclina ou as fluoroquinolonas. O estudo foi financiado pela companhia farmacêutica multinacional britânica GSK, que produz a gepotidacina.
Fonte: Bahia News






