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Ato comum do dia a dia pode causar grave risco à sua saúde
Sua alta concentração de açúcar adicionado é o principal problema do refrigerante. Esta bomba de calorias vazias está intrinsecamente ligada ao ganho de peso, obesidade e ao aumento do risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Além de não oferecer qualquer nutriente essencial — como vitaminas ou minerais —, a acidez de muitos refrigerantes pode danificar o esmalte dos dentes e, em excesso, prejudicar a saúde óssea. Mesmo as versões “diet” são alvo de questionamentos, com estudos que as associam a problemas metabólicos.
Já a cerveja, por sua vez, carrega o peso do álcool e de suas calorias. O consumo exagerado é, inegavelmente, tóxico para o corpo, podendo levar a doenças hepáticas graves, dependência e problemas cardiovasculares. Contudo, em doses moderadas (uma dose diária para mulheres e até duas para homens), a cerveja pode surpreender.
Ela contém vitaminas do complexo B, minerais como potássio e magnésio, além de antioxidantes vindos do malte e do lúpulo. Há pesquisas que sugerem que um consumo equilibrado pode estar associado a um menor risco de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.
Portanto, enquanto o álcool da cerveja demanda cautela e moderação, a ausência de valor nutricional e a elevada carga de açúcar do refrigerante o posicionam como a opção que, de forma geral e em consumo regular, apresenta os maiores riscos para a saúde.
A escolha mais inteligente, em ambos os casos, é sempre a moderação, ou, preferencialmente, optar por bebidas mais saudáveis.
Fonte: A Tarde






