Teolândia e Gandu são as cidades com maior número de registros da ‘Febre Oropouche’, com 46 casos cada
- Feira de Santana – 1
- Maragogipe – 1
- Camaçari – 1
- Salvador – 9
- Amargosa – 27
- Jaguaripe – 6
- Jiquiriçá – 2
- Laje – 27
- Muniz Ferreira – 2
- Mutuípe – 22
- Presidente Tancredo Neves – 10
- Santo Antônio de Jesus – 10
- São Miguel das Matas – 2
- Teolândia – 46
- Cairu – 1
- Ituberá – 8
- Nilo Peçanha – 1
- Camamu – 3
- Gandu – 46
- Igrapiúna – 25
- Piraí do Norte – 3
- Taperoá – 32
- Valença – 13
- Wenceslau Guimarães – 3
- Camacan – 1
- Ibirapitanga – 4
- Itabuna – 1
O que é ‘Febre do Oropouche’
Segundo informações do Ministério da Saúde, a “Febre do Oropouche” é uma doença viral transmitida no ambiente urbano pelo Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Até o momento, não há registros de transmissão direta entre pessoas.

Sintomas da ‘Febre do Oropouche’
Ainda segundo a entidade de saúde, os principais sintomas são:
- Dor de cabeça
- Dor muscular
- Dor nas articulações
- Náusea
- Diarreia
A sintomática é bem parecida com a da dengue e da chikungunya. Por isso, é importante ficar atento e buscar uma unidade de saúde. No caso da febre, os sintomas geralmente duram de 2 a 7 dias e não costumam deixar sequelas.
Nos casos mais sérios, o tempo de recuperação aumenta. Até o momento, não há registros de óbitos associados à infecção pelo vírus no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde.

Tratamentos
Não existe tratamento específico para a “Febre do Oropouche”. É recomendável apenas o manejo clínico focado no alívio dos sintomas. A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) reforça a importância do diagnóstico laboratorial para um acompanhamento efetivo dos casos e destaca ações de vigilância epidemiológica para monitoramento da situação.
Medidas de Prevenção
- Evite áreas com muitos mosquitos
- Use roupas que cubram a maior parte do corpo
- Aplique repelente nas áreas expostas do corpo
- Mantenha a casa limpa
- Remova possíveis criadouros de mosquitos, como água parada e folhas acumuladas
- O Ministério da Saúde recomenda ainda que, se houver casos confirmados na sua região, é preciso seguir as orientações das autoridades de saúde local para reduzir o risco de transmissão.
Fonte: iBahia






