Vacinas como Polio Injetável (VIP), com 82,10%, e Rotavírus, com 82,33%, também apresentam índices bons, mas ainda abaixo da meta desejada
O Brasil voltou a figurar na lista dos países com mais crianças não vacinadas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Esse cenário reflete um aumento preocupante no número de crianças que ainda não receberam as vacinas essenciais para prevenir doenças graves. A situação é alarmante, especialmente para a saúde pública, que ainda luta para atingir as metas de cobertura vacinal.
Cobertura Vacinal Infantil na Bahia em 2025
Vacinas como Polio Injetável (VIP), com 82,10%, e Rotavírus, com 82,33%, também apresentam índices bons, mas ainda abaixo da meta desejada. A Febre Amarela alcançou 78,86%, e a Penta (DTP/HepB/Hib) chegou a 84,20%, ambas com números aquém das expectativas.
A cobertura da Polio Injetável (VIP), importante para a erradicação da poliomielite, foi de 82,10%, e a Rotavírus alcançou 82,33%. Essas vacinas são fundamentais para proteger as crianças de doenças graves, mas o número de vacinas aplicadas ainda está aquém do ideal.
Vacinas de Reforço para Crianças
No caso das vacinas de reforço, a Triplice Viral apresentou uma cobertura de 91,83% na 1ª dose, mas a 2ª dose caiu drasticamente para 72,86%, o que mostra uma grande lacuna na adesão dos pais e responsáveis. A vacina contra Varicela teve um desempenho abaixo do esperado, com 67,56% de cobertura.
A DTP (84,68%) e a Penta (84,20%) ainda estão com bons índices, mas outras vacinas, como a de COVID, mostram números alarmantes. A vacina contra o COVID obteve uma cobertura de apenas 2,79%, uma taxa extremamente baixa e preocupante para a saúde infantil no estado.
Embora algumas vacinas essenciais estejam com boas taxas de cobertura, como a BCG e a Hepatite B, a Bahia ainda enfrenta dificuldades na imunização infantil, especialmente em vacinas de reforço e em áreas como a cobertura contra o COVID-19 e a Varicela.
Fonte: Tribuna da Bahia






