Até setembro deste ano, o Brasil registrava 66.517 pacientes ativos na lista de espera para transplante de órgãos, conforme relatório do terceiro trimestre da ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
A taxa de doadores efetivos no trimestre foi de 20 por 1 milhão de habitantes (pmp), um valor 3,3% inferior à meta anual de 21 pmp. Esse resultado é, em grande parte, consequência da recusa familiar, responsável por 45% dos casos em que os órgãos não são doados.
Entre janeiro e setembro, os órgãos mais transplantados foram, nesta ordem: rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão. No caso dos transplantes renais, a realização de operações com doador vivo superou em 10% a meta anual.
Fonte: Bahia Notícias






