“Eu estou apenas há 4 anos no INTS e precisei escrever os 15 anos de história. Foram 9 meses, a gente costuma brincar que é uma gestação. Mais de 20 pessoas entrevistadas, mais de 15 horas de entrevistas e ouvindo histórias lindas”, contou.
“O mais bonito é que a gente pegou todas as etapas hierárquicas. Então, eu não tenho só a parte de gestão. A gente tem colaboradores de vários níveis. Pegamos pacientes, pegamos parceiros. Então, isso é uma pequena amostra do que é o INTS por esse Brasil afora”, completou Marília
A autora destacou a história de Roqueline Uzêda, presente no livro, como uma das mais especiais, reforçando que “a humanização é uma bandeira que o INTS implanta em qualquer unidade que ele trabalha”.
O BNews também conversou com Roqueline, que relatou o porque de ter sua história no livro.
“A minha história é de sobrevivência no Covid. Eu estive entubada no Hospital Espanhol durante 11 dias. Fiquei um mês lá, superei, e estou aqui fazendo parte da história dessa instituição porque fui tratada sempre com muito carinho. Foi uma das coisas que me ajudou a superar, foi o carinho e dedicação de todos lá”.
Ela ainda destacou a atuação dos funcionários, reforçando que foram fundamentais para sua melhora. “Quando eu despertei do Covid, ainda na UTI, Marcos (que toca violão) e Débora (que fazia a videochamada) me despertaram com a videochamada dos meus filhos e meu marido. Isso me deu muita força para continuar lutando e voltar para todo mundo que me esperava, especialmente eles”, completou Jaqueline.
Fonte: Bahia News






