Ethel Poll, psicóloga e coordenadora do Programa de Tratamento da Depressão da Holiste, complementa: embora nem sempre represente uma doença psicológica, o uso contínuo pode mascarar traumas ou inseguranças da infância. É fundamental distinguir se é uma moda passageira ou sinal de sofrimento psíquico real.
Ela ressalta que esse hábito pode dificultar o amadurecimento emocional, promover postura regressiva e até causar constrangimento ou isolamento social, prejudicando a autoimagem. O uso simbólico da chupeta pode ocultar questões emocionais não elaboradas — traumas, lutos ou ansiedades antigas.
Ao observar alguém com esse comportamento, é importante não julgar: prefira uma abordagem empática, tente entender o que o acessório representa para essa pessoa e — se o hábito aparenta ser mais significativo — incentivar uma avaliação psicológica profissional.
Fonte: BNews






