Pesquisadores da Universidade Flinders, na Austrália, identificaram uma condição chamada “apneia social”, caracterizada por um sono mais interrompido durante os finais de semana. O distúrbio é desencadeado por hábitos típicos desse período, como consumo de álcool, tabagismo e dormir até mais tarde, e pode agravar problemas respiratórios do sono, como ronco intenso e interrupções na respiração.Instagram+15Bnews+15X (formerly Twitter)+15
Os impactos são significativos: além de aumentar o risco de doenças cardíacas, a apneia social também está associada a hipertensão, depressão, diabetes tipo 2, AVC e demência.Bnews+1
Especialistas alertam que, embora pareça inofensiva, essa alteração nos padrões de sono pode ser um fator subestimado de risco à saúde cardiovascular e mental, merecendo maior atenção clínica e estratégias de prevenção.
Informativo adicional com base em estudos complementares:
Pesquisas internacionais, como a apresentada no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC 2024), indicam que o sono compensatório nos finais de semana (quando 90 minutos ou mais são recuperados) está associado à redução de até 20% no risco de doenças cardíacas, especialmente para quem dorme pouco durante a semana.






