O nutricionista Guilherme Lopes explica que tanto a água com gás quanto a sem gás cumprem igual função de hidratação. A distinção está na forma que o dióxido de carbono (CO₂) é adicionado — naturalmente em fontes minerais ou de forma artificial. As diferenças nutricionais são sutis, e ambos os tipos repõem fluidos de maneira eficaz.
Segundo Lopes, o mais importante é manter a quantidade total de água ingerida ao longo do dia — o gás é secundário à hidratação adequada.
Além disso, a água com gás pode favorecer a digestão de proteínas pela sua leve acidez, mas para pessoas com sensibilidade gastrointestinal, ela pode causar desconforto ou inchaço temporário.
Apesar disso, gestantes e crianças não têm contraindicações específicas, embora seja mais indicado que as crianças iniciem o hábito com água sem gás, evitando formar preferência por bebidas gaseificadas.
A bebida com gás também pode ser uma alternativa vantajosa aos refrigerantes: sem açúcar ou calorias, ela imita a textura efervescente e pode ajudar a reduzir o consumo de bebidas açucaradas, beneficiando a saúde bucal e o controle calórico.
Fonte: BNews






