Mesmo com mais informação disponível, muitos hábitos e escolhas ainda colocam a saúde da mãe e do bebê em risco.
“Tudo o que é feito durante a gestação influencia no bem-estar da mãe e no desenvolvimento do bebê. Por isso, identificar e corrigir erros é tão importante quanto seguir as orientações médicas”, explica Renata Lopes, ginecologista e obstetra da Maternidade Star, que neste mês comemora três anos de funcionamento.
Para auxiliar as futuras mamães, a especialista destaca sete atitudes que podem trazer riscos e destaca as orientações corretas:
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Ignorar o pré-natal — Acompanhamento médico regular detecta precocemente complicações como pré-eclâmpsia e diabetes gestacional. A ausência dessas consultas aumenta o risco de internações e partos de emergência. Solução: manter consultas frequentes e seguir os exames indicados (ultrassom morfológico, ecocardiograma fetal e teste de glicemia).
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Deixar para cuidar da saúde só depois da gravidez — Infecções silenciosas, baixa imunidade ou doenças crônicas não tratadas podem prejudicar o bebê desde o início da gestação. Solução: sempre que possível, fazer consulta pré-concepcional, atualizar vacinas e iniciar suplementação antes de engravidar (como dTpa).
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Alimentação descuidada — Saladas mal higienizadas, queijos não pasteurizados e água não filtrada aumentam o risco de infecções como toxoplasmose e listeriose. Solução: optar por alimentos frescos, bem lavados, proteínas magras, grãos integrais; evitar ultraprocessados e bebidas alcoólicas (placenta não filtra álcool).
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Sedentarismo total — Falta de atividade física pode favorecer ganho excessivo de peso e complicações como hipertensão e diabetes gestacional. Solução: praticar exercícios de força e aeróbicos (como caminhada, musculação orientada ou ioga), com liberação médica, para controlar peso e melhorar o humor.
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Negligenciar a saúde mental — Estresse afeta diretamente a pressão arterial, aumentando o risco de pré-eclâmpsia e parto prematuro; dormir mal desregula cortisol e melatonina, elevando a incidência de complicações. Solução: buscar apoio psicológico, adotar medidas de relaxamento, ter lazer, descanso e rede de apoio.
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Não planejar o parto — Decidir o tipo de parto apenas no momento do trabalho de parto pode gerar ansiedade e frustração. Solução: conhecer as diferenças entre parto normal e cesárea, discutir analgesia e elaborar um plano de parto com o médico; com informação, a gestante se sente mais segura.
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Escolher a maternidade sem visitar — A estrutura hospitalar e equipe disponível podem fazer diferença em emergências. Solução: visitar o local previamente, conhecer os protocolos, verificar se há suporte neonatal, pronto-socorro 24h e práticas humanizadas.
Fonte: Acorda Cidade






