O câncer de pele, que inclui tipos como o melanoma e os carcinomas escamocelular e basocelular, sendo estes os de maior incidência no mundo
O câncer de pele, que inclui tipos como o melanoma e os carcinomas escamocelular e basocelular, sendo estes os de maior incidência no mundo. A imunoterapia atua estimulando o sistema imunológico a reconhecer e atacar essas células cancerosas. Diferente dos tratamentos convencionais, que muitas vezes atacam também as células saudáveis, a imunoterapia se concentra em fortalecer as defesas naturais do organismo.
De acordo com Dr. Iuri Santana, oncologista clínico do Grupo de Oncologia Cutânea, “a imunoterapia representa um avanço significativo na luta contra o câncer de pele. Lançando mão do que chamados inibidores de ponto de checagem imune e terapias com células T, conseguimos não apenas prolongar a vida dos pacientes com qualidade, mas também aumentar significativamente as chances de cura em muitos casos.”
Os tratamentos podem incluir medicamentos que ajudam o sistema imunológico a detectar e destruir células cancerígenas ou terapias que utilizam células do próprio paciente para combater o câncer. A escolha do tratamento adequado depende de diversos fatores, incluindo o tipo específico de câncer de pele e o estágio da doença.
Fonte: Tribuna da Bahia






