‘Febre Oropouche’ já foi confirmada em 23 cidades na Bahia. Teolândia, Laje e Taperoá possuem maiores índices
Análises da ‘Febre Oropouche’
Técnicos da Vigilância Epidemiológica do Estado seguem fazendo a captura do vetor, o mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, para identificar se os animais estão infectados. Esse trabalho busca compreender melhor o cenário da doença na Bahia.
A diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado informou, em nota, que é importante o uso de roupas compridas e repelentes. É recomendável ainda que a pessoa busque atendimento médico com a apresentação de sintomas. A Secretaria reforça a importância do diagnóstico laboratorial para um acompanhamento efetivo dos casos e destaca ações de vigilância epidemiológica para monitoramento da situação.

Técnicos da Vigilância Epidemiológica do Estado seguem fazendo a captura do vetor, o mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, para identificar se os animais estão infectados. Esse trabalho busca compreender melhor o cenário da doença na Bahia.
A diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado informou, em nota, que é importante o uso de roupas compridas e repelentes. É recomendável ainda que a pessoa busque atendimento médico com a apresentação de sintomas. A Secretaria reforça a importância do diagnóstico laboratorial para um acompanhamento efetivo dos casos e destaca ações de vigilância epidemiológica para monitoramento da situação.
Fonte: iBahia






